RIPORTICO entra em Angola

Após um crescimento exponencial dos negócios nos últimos anos no mercado interno, as próximas grandes apostas da Riportico, uma das 5 maiores consultoras de engenharia em Portugal, com atividade também em Moçambique, Cabo Verde e Brasil, passam por se tornar sustentável até 2025 e pela entrada no mercado angolano. Segundo o fundador, acionista e CEO da empresa, Ricardo Campos, a Riportico “tem sido um exemplo de notável crescimento. De uma startup com um único trabalhador, hoje posiciona-se no grupo das 5 consultoras com mais notoriedade na engenharia portuguesa”, o que se aplica “à área de projeto, mas também na gestão e fiscalização de obras”. No que respeita à evolução do volume de negócios, em 2017, a Riportico registou cerca de € 1,7 milhões, tendo fechado o ano de 2020 “com um volume de negócios que se aproxima dos € 5 milhões”, disse Ricardo Campos. “Somos uma empresa que dispõe de uma ampla oferta de serviços para o sector da energia e infraestruturas. Ao longo dos últimos anos, temo-nos especializado na área das infraestruturas hidráulicas e transportes, mas também nos sectores da indústria e serviços. Temos procurado liderar os mercados onde atuamos e procuramos constantemente construir uma marca de grande qualidade, assente no rigor e na excelência técnica, mas também na inovação, no uso de tecnologia, no rigor técnico e não só assente no rigor e na excelência técnica, mas também na inovação, no uso de tecnologia, no rigor técnico e na procura de um resultado final que ultrapasse a mais alta expectativa de cada cliente. Ao longo dos anos, temo-nos especializado em áreas cuja complementaridade e diferenciação conduziram à fidelização de clientes exigentes”, garante o responsável pela empresa que conta, atualmente, com mais de 300 clientes ativos, entre o sector público e privado, e emprega cerca de 170 trabalhadores (mais 20 em Moçambique e 30 em Cabo Verde) da área da engenharia, arquitetura, tecnologias de informação, ambiente e gestão. A Riportico tem, neste momento, uma carteira de mais de € 6 milhões de contratos e, em termos internacionais, “tem tido uma atividade externa significativa, a partir das suas empresas em Brasil, Cabo Verde e Moçambique”, para além de desenvolver projetos, estudos e consultoria de engenharia para clientes privados no mercado angolano “É precisamente neste país [Angola] que queremos apostar ainda mais durante os próximos anos. Queremos investir numa sucursal até 2023, para reforçar a ligação a este mercado da CPLP e apostar no sector das grandes infraestruturas. Trata-se de uma aposta estratégica da Riportico, pois queremos que Angola se torne num dos nossos principais mercados”, disse o CEO da construtora. Em Portugal, a Riportico tem em curso cerca de uma dúzia de projetos, nos setores escolar, da saúde, rodoviário e ferroviário, da agricultura, do lazer e da cultura. Outro dos grandes objetivos da Riportico para os próximos anos passa por ser 100% renovável em 2025 e ser considerada uma empresa neutra em termos de carbono, capaz de compensar todas as suas emissões: “No nosso sector, somos a primeira empresa a comprometer-se com esse objetivo e a fazer um plano para o conseguir, o que revela o nosso compromisso com as próximas gerações, numa aposta na descarbonização da nossa atividade e na economia circular. Estamos a fazer importantes investimentos na nossa sede, cuja cobertura é revestida já por painéis solares e cuja ampliação, neste momento em construção, também o será. Substituímos já 20% da nossa frota automóvel e, até final deste ano, teremos 40% de carros elétricos. Em 2023, toda a nossa frota será elétrica. Calculamos um investimento de meio milhão de Euros de forma a conseguirmos alcançar este objetivo”, revela Ricardo Campos. A Riportico foi distinguida como PME Excelência em 2019, “pela qualidade do seu desempenho e perfil de risco” e no final de 2020 foi distinguida, pelo 4o ano consecutivo, com o estatuto PME Líder.

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