Privatizações já renderam AKZ 31 mil milhões e podem chegar aos AKZ 100 mil milhões até ao final do ano

O Secretário de Estado angolano para as Finanças e o Tesouro, Osvaldo Victorino João, disse que a privatização de 14 empresas, até abril de 2020, permitiu ao Estado encaixar AKZ 31 mil milhões. Apesar de a maioria destas empresas se localizar na Zona Económica Especial Luanda – Bengo, o conjunto inclui dois ativos da Sonangol sitos em Lisboa. A expectativa é que, até final do corrente ano, o Estado privatize mais 51 ativos (excluindo as empresas do sector financeiro) e ganhe, com o processo, mais de AKZ 100 mil milhões. O Secretário de Estado acrescentou que existe a expectativa de alienar ativos no sector da agroindústria, para o qual foram já recebidas várias propostas, até setembro; no sector da agropecuária, está em curso a privatização de 5 ativos, entre os quais duas grandes fazendas na província de Malanje. Do conjunto total de ativos ainda por privatizar constam empresas como a Sonangol; a Endiama; a Angola Telecom; a TAAG; os Correios e Telégrafos de Angola; os Bancos de Comércio e Indústria (BCI), Angolano de Investimentos (BAI), Económico e Caixa Geral de Angola (BCGA); a ENSA Seguros e a Bolsa da Dívida e Valores de Angola (BODIVA).

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