Bancos acatam a exigência

O Banco Económico e o Banco de Poupança e Crédito declararam, no dia 3 de janeiro, que irão acatar as conclusões do exercício de Avaliação da Qualidade dos Activos. Segundo uma nota do BE enviada à redação do
Jornal de Angola, as conclusões do exercício confirmam que o Banco Económico tem até ao final do 1º semestre para realizar, integralmente, o aumento de capital já aprovado na Assembleia Geral de acionistas realizada em agosto, para assegurar a sustentabilidade da instituição a médio e longo prazo: dados disponibilizados indicam que o BE decidiu elevar o capital de AKZ 72 mil milhões para AKZ 416 mil milhões. A instituição declara, agora, que “dará cumprimento às deliberações emitidas pelo BNA”, e está “a corresponder às recomendações do regulador e a assegurar a estabilidade da sua operação e sustentabilidade a médio e longo prazo”. O BPC
declarou, em resposta enviada por escrito ao mesmo jornal, ter aceite as recomendações do exercício, sendo que tem até ao dia 28 de fevereiro para apresentar um plano de ação para recuperar os rácios pertinentes. O AQA determinou, no BPC, uma necessidade adicional de constituição de imparidades em torno de 232% face ao montante reconhecido nas Demonstrações Financeiras de 2018, tendo esta avaliação sido essencialmente influenciada pelas rubricas de crédito concedido, títulos e investimentos calculados ao custo amortizado, ativos por impostos diferidos e outros ativos com risco de crédito.

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